História - Imperialismo

Este blog tem por finalidade demonstrar os fatos e acontecimentos que compuseram o Imperialismo, ocorrente nos séculos XIX e XX.

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Location: Porto Alegre, RS, Brazil

Monday, November 13, 2006

Considerações finais


Chegamos ao fim das atividades com o blog de História e como, acredito eu, não continuaremos postando nele, gostaria de fazer as considerações finais. Foi um prazer trabalhar no blog, postando, pesquisando, pensando, enfim, demonstrando nossos conehcimentos através dele. Minha real intenção, porém, é deixar uma mensagem de conscientização social, já que a última atividade foi relativa ao livro "Os pichadores de Jabalia", que mostra a cruel vida que levam os palestinos. A imagem acima causa impacto? Pois é, trata-se de uma guerra que já vem sendo arrastada há séculos e que faz milhares de vítimas inocentes como o jornalista morto acima. Enquanto isso, líderes das principais potências mundiais parecem inertes a essa situação dramática que ocorre na região da Palestina. Poucos acordos políticos foram feitos para tentar uma negociação que realmente tivesse efeito na concepção dos povos judaicos e palestinos. Quando Bush invadiu o Iraque, alegou que estava livrando o país da ditadura e instlando a democracia. Me pergunto por que Mr. Bush não fez o mesmo na região palestina. Me pergunto ainda quando que judeus e palestinos vão poder se olhar como irmãos e não como inimigos sanguinários. Me pergunto quando que essa ganância por poder político e financeiro vai acabar por parte das potências mundiais. Soldados vão às guerras, dançam a música tocada pelos figurões da política mundial conforme a sinfonia escolhida, matam pessoas, destroem vidas, muitas vezes acabam perdendo a própria, tudo isso por bravura, porque fizeram milagres a estranhos e não à pátria. Nesta grande ópera são destruídas esperanças, vidas e ocorrem grandes tragédias, dependendo do gosto musical do autor, é claro. Não existe guerra por causa nobre, a guerra é injustificável, triste, feia, covarde e perigosamente avassaladora. Por estes motivos, guerras não deveriam existir e, depois de estudarmos tantas delas tanto no Imperialismo quanto no livro didático de Português, deveríamos procurar refletir sobre nossas atitudes, que podem influenciar direta ou indiretamente na sociedade e declarar guerra à guerra, pois esta sim, seria por uma causa pra lá de nobre.

Rodrigo

Respostas às questões de Português:

1) Youval, o jovem soldado israelense que protagoniza o relato lido, descobre que conhecer e respeitar a diferença do outro é a maneira mais lúcida de estabelecer a paz. Justifique a afirmativa acima apoiando-se em trechos do livro Os pichadores de Jabalia.

Ao chegar ao campo de Jabalia, Youval testemunha a difícil vida de milhões de pessoas sem pátria (“Enquanto retornava ao meu posto, o canto dos galos e o chamado do muezim para oração da manhã haviam substituído à gritaria dos chacais." Página 23). A partir do dia-a-dia, começa a conviver mais intensamente com estas pessoas e, finalmente, ao acompanhar um grupo de pichadores que imprimem resistência nos muros se tal campo, aprende a respeitar as diferenças de um povo até então por ele desconhecido.

2) Neste bimestre, na disciplina de História, você estudou o Imperialismo. Relacione o conhecimento adquirido sobre esse assunto e a questão palestina. Em que o poder bélico, econômico e social influenciou e ainda influencia para a instalação e manutenção do conflito na região da Palestina? Antes de responder, reflita, faça relações com a resposta dada à questão anterior, relacione ao livro em questão.

O livro mostra a difícil vida dos palestinos no campo de Jabalia, mostrando a angústia de quem, por vezes, passa a vida inteira lutando por uma pátria. Esta pátria, porém, é a grande causa dos conflitos existentes na região. Em 1947, criou-se o Estado de Israel como "solução" para os milhares de judeus sem terra existentes naquela época. Ocorre que, no início do século XX, nem judeus nem palestinos tinham um país, o que levou à revolta dos segundos, que começaram a reivindicar a parte oriental do território israelense. A partir daí, tem início uma das mais sangrentas guerras que a humanidade enfrenta até hoje, pois os dois países nunca entram em um acordo concreto, o que faz com que haja cada vez um maior número de mortos que, por vezes, como mostra o livro, nada têm a ver com o conflito.

3) Na reportagem de Zero Hora de domingo, 22/10/2006, constata-se o fato de os povos da Palestina buscarem refúgio em todos os continentes do Planeta.

“Palavras que agitam a minha história(...)Depois eu retorno... eu retorno a minha mesa


Sem nada comigo...Sem nada a não ser palavras.”

Veja a força da palavra que continua unindo um povo, apesar das barreiras culturais, apesar da distância em relação à terra de origem.Imagine-se vivendo essa situação de afastamento da sua terra, de sua língua, de seus costumes, vendo seu Colégio, sua cidade, sua casa e sua família sendo destruídos e não se entregando, mesmo assim. Lembre-se que a história dessas pessoas remonta a séculos e séculos antes de Cristo. (Veja dossier no final do relato.)Discorra sobre o poder das palavras como elo do povo da palestina.O que a leitura do livro em pauta acrescentou para você?Se a paz é importante para todos, o que fazer para estabelecê-la? Não se esqueça de fazer relações com o livro para responder às perguntas acima.

A leitura do livro primeiramente nos causou impacto, pois desconhecíamos a triste situação que o povo palestino vivencia hoje. Sinceramente, aprendemos que a paz é possível e necessária e que todos nós, não só as lideranças políticas, devemos lutar e zelar por ela, e que devemos agradeçer por pertencemos a uma pátria livre como o Brasil. O trecho da "Zero Hora" demonstra perfeitamente a esperança de um povo que, apesar de todas as adversidades, mantém-se de pé e pronto para reivindicar o que é seu por direito. A questão palestina é algo muito delicado e complexo para ser resolvido num simples acordo político. O que deve haver realmente é uma conscientização por parte dos povos de que só depende deles por fim a uma guerra desnecessária que se alastra já há meio século e estabelecer a paz definitiva. A verdadeira intenção do autor do livro é justamente esta: mostrar que, apesar de tudo, há uma solução, uma luz no fim do túnel, para que os dois povos passem a se amar, assim como o Deus que ambos acreditam deseja.

Thursday, November 09, 2006

Meiji Tenno



Imperador do Japão (1867-1912), inaugurou a era Meiji após a queda do regime xogunal, em 1868. Proclamou através da "Carta de cinco artigos" seu desejo de reforma e ocidentalização e instalou-se em Tóquio. Promulgou uma Constituição (1889) e depois conduziu com extrema habilidade as vitórias nas guerras contra a China (1895) e a Rússia (1905), antes de anexar a Coréia, em 1910.

Interpretando a imagem:


















A imagem acima representa Theodore Roosevelt na época em que foi presidente dos Estados Unidos. Trata-se do "Big Stick" o porrete que ele carrega na mão. A política externa de Roosevelt ficou conhecida como "Política do Big Stick", que era inspirada num provérbio africano: "Fale com suavidade e tenha em mão um grande porrete". De acordo com esta política seguida por Roosevelt, "falar com suavidade" refere-se à grande habilidade política que o presidente possuía, o que facilitava a negociação com países da América. Já o porrete representa uma forma de pressionar os países para que as negociações fossem cumpridas. A figura ilustra perfeitamente a política do ex-presidente: enquanto Roosevelt anda pelos países caribenhos com seu "Big Stick" na mão, puxa por uma corda os navios americanos, onde pode-se ler "debt collector", ou seja, "coletor de dívidas" em português, justificando o domínio dos EUA nas Américas.

O Canal do Panamá e os EUA


A atividade imperialista dos EUA na América está intimamente relacionada à construção do Canal do Panamá, pois os norte-americanos visavam o sonho de ligar o Oceano Pacífico ao Atlântico há séculos.

Outro objetivo, este mais importante, com a construção do Canal foi a facilidade de escoamento de seus produtos para o resto da América, a fim de manter sua hegemonia no continente, "afastando" os concorrentes europeus. Deste modo, assegurava também a expansão do capitalismo mercantil crescente naquela época para a América e que já fervia a todo vapor nos EUA.

Vale lembrar que um dos fatores que possibilitou a construção do Canal do Panamá foi a habilidade política de Theodore Rossevelt, presidente americano o qual convenceu os panamenhos a se revoltarem contra os colombianos, o que levou à independência do país em 1903. Sendo assim, os EUA adquiriram os direitos de controle da Zona do Canal (a qual foi devolvida ao país somente em 2004) para concretizarem seu projeto.

Fica claro, então, a relação entre o imperialismo exercido pelos EUA no continente americano e a construção do Canal, já que o primeiro foi extremamente "necessário" para a concretização do segundo.

A importância da Era Meiji






Imagem representando o Japão feudal que antecedeu
a Era Meiji.





Em 3 de fevereiro de 1867, Mushito, com 15 anos de idade, sucedeu seu pai, o imperador Komei, e uma nova era de Meiji (regime iluminado) foi proclamada. A restauração Meiji de 1868 terminou com o sistema feudal de 256 anos dos xogunatos Tokugawa.
O último shogun, Tokugawa Yoshinobu, renunciou em 1867 e, em 1868, o império foi restaurado. Os exércitos dos feudos de Sasuna, Choshi e Tosa, que agora compunham as forças
imperiais, dominaram os seguidores dos

Tokugawa e pouco depois asseguraram a restauração Meiji.
O governo Meiji assegurou a potências internacionais que iria seguir os velhos tratados negociados pelo bakufu e anunciou que iri agir de acordo com a lei internacional. Mutsuhito selecionou o novo título para seu regime (Meiji), para marcar o início de uma nova era da história do Japão.
A superação do feudalismo unificou o país, centralizou a autoridade política, liberou mão-de-obra, possibilitou intervenção governamental na economia e assimilação da tecnologia ocidental possibilitando assim as reformas econômicas que consistiram em eliminar os entraves e resquícios do modo de produção feudal, preparando o Japão para o capitalismo.
Os feudos foram extintos e os privilégios pessoais foram eliminados através da reforma agrária e da reformulação da legislação do imposto territorial rural. Foram criadas universidades e um gabinete parlamentar (1885). Em 1889, foi promulgada a primeira constituição, que instaurou a monarquia constitucional.
Surgiram então os zaibatsus, os grandes conglomerados empresariais originados dos clãs familiares, como a Mitsubishi, a Mitsui, a Sumitomo, a Yasuda, dentre outros, que passaram a dominar cada vez mais a economia japonesa, atuando praticamente em todos os setores industriais, além do comércio, das fábricas e das finanças, incorporando indústrias menores e, inclusive, as indústrias construídas pelo Estado.

Com esse processo de modernização, o Japão passou por um grande processo de industrialização, fortalecendo a sua economia.

Principais conflitos da fase imperialista:


GUERRA DO ÓPIO (1841-1842)

Países envolvidos: Inglaterra e China

Causa: A disseminação da droga chamada ópio (a qual tinha fins médicos) entre os chineses, aumentando o consumo e vício dos mesmos e provocando sentimento contrário ao seu comércio por parte do imperador chinês Tao-Kuang.

A guerra: Após a exigência de uma indenização não-paga pelos chineses à Inglaterra devido ao fato de terem sido jogadas 20 mil caixas de ópio entregues pelo representante britânico na China, iniciou-se a Guerra do Ópio. Em 1842, a China foi derrotada e obrigada a assinar o Tratado de Nanquim.

Consequências: A abertura de cinco dos portos chineses ao livre comércio, a abolição do sistema fiscalizador e a entrega a ilha de Hong Kong à Inglaterra, devido ao Tratado.

REVOLTA DOS TAIPING (1851-1864)

Países envolvidos: Inglaterra, França, Estados Unidos e Rússia contra nacionalistas chineses.

Causas: A impotência da elite tradicional e a inoperância da dinastia manchu em enfrentar as sucessivas degradações impostas pelos ocidentais.

A guerra: Considerada por muitos historiadores um dos mais sangrentos conflitos armados da história da humanidade, contou com a participação dos Taiping (nacionalistas chineses), os quais surgiram de um duplo protesto à presença estrangeira na China e ao governo imperial manchu.

Conseqüências: A morte de aproximadamente 20 milhões de civis e militares e o enfraquecimento do governo central chinês.

GUERRA DOS CIPAIOS (1857-1859)

Países envolvidos: Inglaterra e Índia.

Causa: A presença inglesa em território indiano, que despertou o nacionalismo desta região.

A guerra: Teve a participação dos Cipaios (soldados indianos), os quais se organizaram em grupos para deter a presença dos ingleses na Índia. Foram, porém, violentamente reprimidos pelos ingleses, os quais deram fim ao movimento em 1859.

Conseqüências: A dissolução da Companhia das Índias, a reorganização do exército colonial e a converção da Índia em território britânico.

A REVOLUÇÃO MEIJI (Japão, 1867)

Causa: A abertura dos portos japoneses ao comércio mundial, permitida pelo xogum.

A guerra: Originou-se a partir da união de clãs rivais do xogunato com o imperador Mutsu Ito, contrários à "europeização" imposta ao país com a abertura dos portos, e teve fim com a vitória dos mesmos sobre os poderes locais feudais ligados ao xogum.

Conseqüências: Início da Era Meij, que trouxe industrialismo e modernização ao Japão.

GUERRA DOS BÔERES (1899-1902)

País envolvido: Inglaterra

Causa: A descoberta de ouro e diamante no Transvaal, colônia fundada por boêres, ou africandêres, colonos holandeses.

A guerra: Teve início em 1899, com o apoio da Inglaterra às pressões dos exploradores de ouro da região, visando quebrar a autonomia dos boêres. Estes, por sua vez, reagiram travando vários conflitos armados contra ingleses, os quais saíram vitoriosos, no fim da guerra, em 1892.

Conseqüências: A anexação das regiões de Orange e Trasvaal às colônias do Cabo e Natal, pertencentes à Inglaterra, formando em 1910 a União Sul-Africana.

GUERRA DOS BOXERS (1900)

Países envolvidos: Inglaterra, França, Estados Unidos, Rússia, Alemanha e Japão contra nacionalistas chineses.


Causa: O sentimento de libertação da China em relação a potências estrangeiras despertado nos "boxers", nacionalistas radicais chineses.

A guerra: Teve início com a rebelião organizada pelos "boxers", na qual morreram cerca de duzentos estrangeiros, inclusive o embaixador alemão e fim com a represália com a invasão da China por uma força expedicionária internacional, composta por ingleses, alemães, russos, japoneses e norte-americanos.

Conseqüências: Além da já citada morte de vários estrangeiros, a China foi obrigada a reconhecer todas as concessões já realizadas às potências imperialistas para efeito de indenização.

Monday, October 23, 2006

Cartaz da ópera Aída:











Desde sua criação, a ópera Aída ganhou inúmeras versões teatrais. Ao lado, um cartaz de divulgação da mesma, onde Amnéris é representada graficamente.

Guiseppe Verdi


Considerado o maior compositor de óperas do século XIX, Verdi representava, por vezes, em suas obras, o espírito nacional do povo italiano. Deixava claro em suas óperas os anseios de liberdade vivenciados pela Itália na época de sua unificação. Suas óperas (Rigoletto, Aída, Ernani, Othello, Falstaff, La Traviata, II Trovatore, etc.) serviram de influência para os compositores de sua época.


Monday, October 16, 2006

Respostas para as perguntas propostas:

1) Conceitue iconografia;

A palavra iconografia tem vários siginificados. Dentre estes, temos o histórico: que refere-se ao estudo da história e da siginificação de qualquer grupo temático. Também estuda o tema e significado das obras de artes.

2) Explique a importância da iconografia para o estudo da História;

"A importância da iconografia se funda numa concepção visual da História, magistra vitae, e no poder de evocação e celebração da imagem." (Levin, 1991). A iconografia, portanto, tem notável importância para o estudo da História, pois estuda o significado das imagens relacionadas a essa ciência.

3) A caricatura a seguir representa o Imperialismo europeu na China. Interprete essa caricatura.

A caricatura representa a luta pela hegemonia imperialista no território chinês através de seus representantes presentes na mesa (visivelmente percebe-se a presença da rainha Vitória na caricatura, representando os interesses ingleses) e a figura de um chinês ao fundo, o qual tenta impedir a invasão de seu país.

4) A ópera Aída, do italiano Giuseppe Verdi, projetada inicialmente para fazer parte das comemorações para a abertura do canal de Suez, acabou sendo concluída apenas em 1871, para ser apresentada no Teatro do Cairo, no Egito.
Nessa ópera, que retrata o amor entre um guerreiro egípcio e uma escrava, em meio à conquista da Etiópia pelos antigos faraós, são mostradas muitas das imagens que a aristocracia e a burguesia européias do final do século XIX tinham acerca da África e do Oriente. A ópera reflete alguns aspectos do imaginário do colonizador europeu sobre o Oriente. Nesse período, muitas obras artísticas serviram como propaganda do poder dos governos ocidentais. A respeito desse contexto histórico, desenvolva as seguintes atividades:

a) Procure informações a respeito da ópera Aída (compositor, imagens, o enredo da ópera-libreto-) e poste aqui.

A ópera Aída foi composta por Giuseppe Verdi (1813-1901) a pedido do vice-rei do Egito e apresentava como tema principal o amor entre o guerreiro Radamés e a escrava Aída e a paixão da princesa Amneris, herdeira do trono egípcio, pelo primeiro. A trama desenvolve-se em meio a uma guerra travada entre o Egito e a Etiópia, a qual vence a guerra através de segredos descobertos por Aída (filha do rei etíope) ao entrar em contato com Radamés.

b) Explique a importância da construção do Canal de Suez para os europeus e como se concretizou a construção desse canal.

O Canal de Suez tem extrema importância econômica, pois possibilita o transporte de mercadorias entre a Europa e o sul da Ásia, facilitando e agilizando o escoamento de produtos mercantis entre tais regiões. A construção do canal teve início em 1859 com o engenheiro francês Ferdinand de Lesseps, o qual contou com mais de 1,5 milhões de trabalhadores em suas obras e concretizou-se em 1869, com um custo de 17 milhões de libras esterlinas, aproximadamente. O projeto foi facilitado pelas condições naturais da região: a pequena distância entre o Mediterrâneo e o mar Vermelho, a ocorrência de uma linha de lagos de norte a sul (Manzala, Timsah e Amargos), o nível baixo e a natureza arenosa dos terrenos. Para a inauguração da obra, Guiseppe Verdi compôs a ópera Aída.

Monday, October 09, 2006

Imagens:









As imagens ao lado mostram Benjamin Disraeli, primeiro-ministro da Inglaterra na época do Imperialismo, e a partilha do continente africano entre os países componentes da Conferência de Berlim.

Friday, October 06, 2006

Respostas para as perguntas propostas:

1) Por que a Alemanha ficou com poucas terras?

A Alemanha viu-se desprivilegiada devido a sua unificação tardia, o que causou um atraso na corrida pela "recolonização".

2) Quais as conseqüências da partilha da África?

Após a partilha, definiram-se fronteiras sem se levar em conta o fator de estarem juntando tribos primtivas rivais em um mesmo território e, ao mesmo tempo, separando tribos que viviam em paz. Sendo assim, instaurou-se um verdadeiro clima de guerra civil, que se alastrou durante grande parte do século XX no território africano. Outra conseqüência foi o crescimento da dependência econômica em relação aos países recolonizadores, gerando a famosa e grandiosa dívida externa da África, existente até hoje.

3) Qual o objetivo da Conferência de Berlim?

A Conferência de Berlim tinha por fim delimitar fronteiras no continente africano e normas a serem seguidas pelas potências que a constiutiam, dentre elas: quatroze países europeus, Estados Unidos e Rússia.